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Cerveja & Levas rrosa em 02 Set 2007

Cachimbo da Paz com uma Peat-Smoked Brown Porter

Essas últimas semanas têm sido um pouco estressantes e a minha última leva talvez eventualmente sirva muito bem como cachimbo da paz! Um detalhe é que eu sou uma pessoa evoluída e não fumo, então uma versão bebível seria de fato excelente, he, he, he.

E o ingrediente principal para um versão bebível de um cachimbo da paz tem que ser naturalmente um malte defumado! Mas não um malte defumado qualquer, um defumado em turfa escocesa, chamado de peat-smoked malt!

Peat significa turfa, que, segundo o Wikipedia, “é um material de origem vegetal, parcialmente decomposto, encontrado em camadas, geralmente em regiões pantanosas. É formado principalmente por Sphagnum (esfagno, grupo de musgos) e Hypnum, mas também de juncos, árvores, etc. Sob condições geológicas adequadas, transformam-se em carvão. É utilizada como combustível para aquecimento doméstico.”

Nunca fui à Escócia, mas já vi turfa na Terra do Fogo, Patagônia, sul da Argentina. Fui lá no início desse ano e ainda não tinha esse malte na época mas já sabia da existência dele e essa viagem foi uma grande motivação para comprá-lo posteriormente. Aqui está uma foto da turfa patagônica:

Turfa - Terra do Fogo

Mas a imagem do Wikipedia dá uma idéia melhor:
Turfa - Imagem do Wikipedia



O malte que comprei é da maltearia Simpons, provavelmente proveniente da maior de suas fábricas, no Tweed Valley, sul da Escócia, onde a maltearia fabrica a parte do seu malte destinada às destilarias de whisky e às cervejarias do norte da Inglaterra. São dois os maltes para whisky, o distilling malt, que é o malte base, e o peat-smoked malt, usado para dar o sabor mais característico do whisky. No whisky, um parente da cerveja com aproximadamente 7% a 8% de álcool é feito e depois destilado em whisky.

É claro que não pretendo fazer whisky, mas que tal usar esse malte defumado em uma cerveja? Li que esse malte é usado por cervejeiros caseiros para fazer cervejas estilos scottish e strong scotch, mas que na verdade esse malte não é original para esses estilos. O aroma dado por esse malte aparece nesses estilos proveniente do fermento bem particular. Esse malte também é usado na Raftman, da cervejaria canadense Unibroue, que pode ser encontrada em algumas lojas e bares no Brasil, como a Nygri e o Aconchego Carioca. Uma outra cerveja famosa que usa esse malte é a Adelscott da Brasserie Fischer, francesa, que infelizmente também não conheço.

De qualquer maneira, o meu objetivo não era fazer nenhuma dessas cervejas, que nunca provei e não faço idéia do que esperar (a Raftman eu acho que já provei mas não lembro do gosto). Pensei foi em fazer uma Porter defumada! Também nunca tomei uma Porter defumada com peat-smoked malt, mas conhecendo outras porters e sentindo o aroma desse malte, me pareceu uma boa idéia.

O seu aroma é definitivamente diferente do rauchmalt usado na cerveja alemã estilo rauchbier, que usa malte defumado em madeira de faia (beech). O rauchbier da Weyermann tem um aroma muito mais forte de bacon, enquanto que o peat-smoked tem um aroma mais de “terra”. O rauchmalt cai muito bem em uma cerveja estilo Brown Ale, por exemplo, mas para uma Porter mais seca, o peat-smoked parece mais apropriado. Bom, no mínimo será uma experiência interessante.

Mas a utilização desse malte não é unanimidade, pelo contrário. Uma busca na internet revela vários textos pouco elogiosos, dizendo que esse malte não é apropriado para cerveja. Mas se algumas cervejarias usam esse malte com sucesso, acho melhor experimentar para ter a minha própria opinião.

Mas quanto usar desse malte? Já tinha lido que o sabor desse malte é, em um certo sentido, mais forte que o rauchbier. Então algo da ordem de quilos parecia arriscado. A Peat-Smoked Porter da Northern Brewer usa 2% de peat-smoked malt. A Peat-Smoked Wee Heavy da revista Brew Your Own usa aproximadamente 17% e menciona que o aroma é presente mas contido perante os outros ingredientes, visto que essa é uma cerveja forte e encorpada. No mesmo artigo da Brew your Own, que aliás é bastante interessante, é mencionado que esse malte é apropriado para cervejas fortes e encorpadas mas que pode desbalancear cervejas mais suaves.

Resolvi então fazer uma “pesquisa de campo” e olhar no banco de receitas do Beer Tools. Procurei por cervejas all grain que usam esse malte. Encontrei algo como 25 receitas. Uma delas usou 12% e considerou que foi demais. Outra com 8% disse que estava ótima. Quatro receitas usaram em torno de 5% mas sem fazer comentários. Uma com 2,7% disse que o sabor de defumado era leve. Algumas em torno de 1% disseram que era o defumado ficou bem discreto.

Resolvi com isso utilizar algo em torno de 6 a 8%. Bom, 400g em 5Kg dão uma valor redondo de 8%, então vamos com essa quantidade.

Para completar o clima defumado de outrora resolvi acrescentar brown malt, bastante usado nas Porters antigas. Aliás, há vários tipos de Porters, e optei por fazer uma Brown Porter, que tem densidade menor e cor mais clara do que a Robust Porter. Não queria um sabor muito acentuado do torrado e queria uma cerveja mais leve. A receita ficou assim:

  • Cervejarte Peat-Smoked Brown Porter - Agosto 2007
  • Maltes:
    • 3.5 kg Pilsen (70%)
    • 600 g Munich TYPE II (12%)
    • 400 g Peated Malt (8%)
    • 300 g Brown Malt (6%)
    • 200 g 2-Row Chocolate Malt (4%)
  • Lúpulos:
    • 32 g Target (10.0%), por 45 min
    • 16 g East Kent Goldings (4.6%) por 15 min
  • Fermento:
    • White Labs WLP013 London Ale
  • OG: 1.052
  • FG: 1.013
  • Atenuação: 75%
  • ABV: 5.1%
  • IBU: 32
  • EBC: 40
  • Mostura: 66-64C por 60min
  • Fervura: 60min
  • Volume no final da fervura: 25L
  • Eficiência: 92%
  • Fermentação primária: 7 dias, 18C
  • Fermentação secundária: 12 dias, 18C

Essa leva foi feita no segundo final de semana de agosto. A brassagem correu sem problemas. Aqui está a bazooka screen no meio do bagaço do malte, depois da lavagem:

Bazooka - Entre o bagaço da Peat-Smoked Brown Porter



Na fervura, adicionei o lúpulo em saquinhos, como de costume:
Adição de lúpulo - Em um saquinho apropriado


Também experimentei, adicionando pela primeira vez um comprimido de Whirlfloc, que é feito de Irish moss e goma carragena e serve para clarificar melhor a cerveja. Funciona como um comprimido efervescente, a ser adicionado nos 15 minutos finais da fervura:

Whirlfloc - Indo para a fervura



Whirlfloc - Na fervura


Adicionei também nutriente para fermento, apesar de achar que nesse caso não seria crucial:

Nutriente Wyeast



Aliás, muita coisa que faço não é crucial. Como já falei pessoalmente algumas vezes, acho que a única coisa crucial é controlar a temperatura da fermentacão. O resto é “filigrana”, mas que não deixa de ser divertido. E por falar em detalhes menos importantes, também adicionei sais no início da brassagem para dar uma composição como a da água de Londres, apropriada para Porters, com, entre outras coisas, uma proporção de 1:2 de sulfato para cloreto.



Foram uns 17L para um galão de água mineral e mais uns 7L para um Better Bottle pequeno. A espuma na imagem abaixo é da aeração feita com bombinha de aquário.

Aeração


E a fermentação foi mantida por volta de 18C. A cerveja de baixo na imagem seguinte é uma parte da Dry Stout anterior.

Fermentação da Peat-Smoked Brown Porter - Em baixo, parte da Dry Stout


Neste último final de semana, com a fermentação concluída, engarrafei 10L dessa Peat-Smoked Brown Porter e passei pouco mais de 13L para o cornelius. Para engarrafar, usei uma máquina excelente de colocar tampinhas chamada Agata Bench Capper, que logicamente trouxe de fora. Infelizmente a única opção que temos aqui é aquela coisa ridícula e difícil de ajustar. Essa Agata é uma maravilha pra tampar, macia e muito fácil de ajustar para os vários tamanhos. Também usei um Fermtech bottle filler, que é um aparelho muito simples mas que facilita muito para engarrafar. É um tubo com uma válvula/mola na ponta.

Para usar esse enchedor, primeiro pode deixar a torneira do fermentador aberta que a válvula não deixa a cerveja sair (se o tubo não encaixar na torneira, basta fazer uma ligação com um pequeno pedaço de mangueira, coisa que já fiz antes de usar o Better Bottle).

Engarrafando



Bottle filler


Aí é só encaixar a garrafa e quando a válvula tocar o fundo dela, a cerveja sai e enche a garrafa. Basta esperar a cerveja chegar na boca para recuar um pouco a garrafa e interromper o fluxo. Ao retirar o tubo, o espaço ocupado por ele dá lugar a um espaço adequado e uniforme para a carbonatação.

Garrafa cheia



Trouxe vários desses bottle fillers em outubro do ano passado e distribuí para todos os associados da ACervA Carioca na época. Espero que tenham sido bem utilizados. E para falar a verdade o que trouxe pra eles é diferente do meu (que tinha comprado no ano anterior), mas que funciona do mesmo jeito.



Bom, da parte que foi para o cornelius, coloquei gás e aproveitei para provar um pouco. Não deu tempo de carbonatar direito mas no copo ficou bonito e já estava bastante saborosa.

Servindo - A Peat-Smoked Brown Porter



Peat-Smoked Brown Porter


O defumado está em um ótimo ponto, nada exagerado; poderia até ter um pouco mais. Dá pra notar um pouco de café e de chocolate, também. Acho que o brown malte caiu muito bem e a quantidade de malte chocolate foi perfeita. No aroma há uma presença muito discreta do lúpulo. Ficou bem equilibrada, mas poderia ser mais encorpada. Não ficou muito seca, talvez seja melhor diminuir o Munich da próxima vez e fazer um tratamento de água com mais sulfato do que cloreto. De qualquer maneira, ficou ótima! Acho que a única coisa que definitivamente mudaria é a temperatura de sacarificação, que ficou em 66-65C. Da próxima vez tento manter por volta de 68C para ficar mais encorpada.

Quanto ao Whirlfloc, acho que fez bem o seu trabalho, pois a cerveja ficou bastante límpida. E isso com o fermento London que decanta pouco. Para decantar melhor esse fermento, é necessário reduzir a temperatura para menos de 4C, o que foi devidamente feito.

E quanto ao peat-smoked malt, pelo resultado posso dizer que na minha opinião esse malte tem um bom papel a cumprir como ingrediente de algumas cervejas!

Aos que forem ao encontro da ACervA Carioca no dia 29 de setembro e quiserem se arriscar, levarei o cornelius para lá. As garrafas ficarão para outros momentos e não vão para a competição; afinal, o que vale não é competir, é dividir as cervejas com os amigos!

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21 comentários para “ Cachimbo da Paz com uma Peat-Smoked Brown Porter ”

  1. em 4 de Setembro de 2007 @ 09:48 1.Edu Passarelli disse:

    Este blog tem que virar um livro! Mais uma vez, excelente!

  2. em 4 de Setembro de 2007 @ 12:27 2.Dani disse:

    Que blog sensacional!!! Um dos melhores que você já vez. Super bem escrito, claro, objetivo, recado dado. Um must!!!

  3. em 6 de Setembro de 2007 @ 16:34 3.Pedro Feijão disse:

    Ricardo, parabéns por mais um excelente artigo. Concordo com o Edu, tem que virar livro! E agora tenho mais um motivo pra não faltar ao concurso da Acerva!
    Já usei o whirfloc também, achei muito bom, dá pra notar uma grande diferença na limpidez da cerveja.
    Queria te fazer uma pergunta sobre esse ajuste de sais. Melhor ainda, vou colocar um tópico na comunidade do Orkut, se você puder dar uma passadinha lá eu agradeço.
    Um abraço!

  4. em 6 de Setembro de 2007 @ 23:02 4.Botto disse:

    Grande Ricardo, tá quase um livro mesmo.
    Parabéns pelo blog.
    abração

  5. em 10 de Setembro de 2007 @ 20:06 5.Sergio disse:

    Que texto sensacional. Também acho que deve virar livro. A minha colaboração será o depoimento sobre o resultado final.
    Abraços.

  6. em 12 de Setembro de 2007 @ 12:54 6.FEIJÃO disse:

    Olha, cada vez que falo, ou leio algo que vocês da Acerva estão fazendo, vejo que se eu faltar neste Concurso, eu paro de beber cerveja.
    Parabéns, perfeito o texto.

  7. em 23 de Setembro de 2007 @ 12:18 7.Paulo Schiaveto disse:

    Excelente, Ricardo. Se a leitura já está deliciosa, imagino como a cerveja deve ter ficado!
    Abraço

    Paulo

  8. em 23 de Setembro de 2007 @ 17:20 8.rrosa disse:

    Veremos, Paulo!

    Uma pessoa descobre que leva jeito para escrever quando o texto sai melhor do que a cerveja, he, he, he.

  9. em 24 de Setembro de 2007 @ 10:56 9.Maurício Chaulet disse:

    Oi Ricardo,
    Parabéns pelo blog!
    Gostaria de dizer que vc foi minha salvação, eu tinha um pouco de malte defumado e achava que era pouco para uma rauchbier, atrás de um receita dela acabei caindo no seu blog e, voilá, fiz uma leva parecida com a sua.
    FIcou Assim:
    3,5kg pilsen
    250g chocolate
    500g cristal EBC 40
    500g defumado (do afonso)
    lúpulos :
    nugget 25g 60′
    hallertau Perle 20g 20′

    whirlfloc 15min antes do fim da fervura

    OG.: 1046 (achei muito baixa!)

    Gostaria de saber o pq dessa gravidade tão baixa (talvez pq no final da fervura sobraram 18l de mosto e acrescentei mais 2l de água pura).
    outra coisa, o whirlfloc funciona na fervura ou na decantação da fermentação? s vc puder me ajudar agradeço.

    um abraço,

    Maurício Chaulet

  10. em 24 de Setembro de 2007 @ 10:59 10.Maurício Chaulet disse:

    aqui tem algumas fotos da leva:
    http://www.flickr.com/search/?q=chaulet+homebrew

  11. em 8 de Outubro de 2007 @ 23:15 11.eduardo siqueira disse:

    1. A explição acerca da produção da espresso da meia-noite está fabulosa. Não sei como esse negócio de cerveja funciona a nível internacional . Talvez seja diferente de asa delta e de parapente, onde temos sites que relatam vôos e experiências passadas por pilotos ( de todos os níveis)- Assim, este seu relato caberia em um site internacional desta natureza ; certamente agradaria muito a todos os fabricantes de cerveja artesanal e aos que somente a apreciam.
    2. O nome da cerveja talvez seja uma homenagem à deliciosa música do Celso Blues Boy, “Trem da meia-noite”. Seria interessante tomar algumas garrafas ouvindo aquele blues-rock.
    3.Não entendi por que o aroma de bacon da faia. Quanto ao sabor de terra é razoável.
    4. Embora não entendendo nada de cerveja, acho que o contrôle da temperatura de fermenteçaõ é fundamental.
    5. A idéia de usar uma bombinha de aquário é muito legal.
    6. A obbservação : “O defumado está em um ótimo ponto, nada exagerado; poderia até ter um pouco mais. Dá pra notar um pouco de café e de chocolate, também. Acho que o brown malte caiu muito bem e a quantidade de malte chocolate foi perfeita. No aroma há uma presença muito discreta do lúpulo” é prefeita.
    Finalmente, me deu uma vontade enorme de tomar uma espresso da meia-noite !

  12. em 26 de Outubro de 2007 @ 16:04 12.Paulo disse:

    Boa tarde Ricardo. Parabéns novamente pela matéria, excelente.
    Algum tempo atrás vc sugeriu que eu tentasse novamente fazer minha cerveja. Segui seu conselho, mas optei em comprar, para treinar, um dos kits da “Cerveja Artesanal”. Desta vez acertei a mão e ficou muito boa. Minha dúvida é a seguinte: tenho 2 quilos de lúpulo (1 de amargor e 1 aromático) muito bem guardados em geladeira (onde só há bebidas) a mais ou menos 2 anos. O aroma de ambos parecem normais. Vc acha que dá para arriscar usá-los?

    Um abraço,

    Paulo

  13. em 20 de Dezembro de 2007 @ 11:49 13.Cintia disse:

    Gostaria de saber como você faz a carbonatação? usa algum equipamento especial?

  14. em 20 de Dezembro de 2007 @ 11:55 14.rrosa disse:

    Oi, Cintia,

    Você pode usar barril de chope (ou um tanque post-mix, daqueles usados antigamente para refrigerante), cilindro de CO2 e as conexões, para fazer uma carbonatação artificial, ou então adicionar um pouco de açúcar (7 a 8 gramas por litro) antes de engarrafar, para uma carbonatação natural (o próprio fermento vai consumir o açúcar e produzir o gás).

    Abs,
    Ricardo

  15. em 15 de Fevereiro de 2008 @ 09:32 15.Flávio disse:

    Ricardo, parabéns pelo blog de alto nível, onde você gentil e amigavelmente compartilha suas experiências.

    Sabe quando vc tem aquela dúvida, tipo “será que preciso mesmo acrescentar nutrientes minerais, como cálcio, pra água da infusão (mash)?”, e ao ver isso abordado num blog do nível do seu, vê que outras pessoas fazem isso na prática com excelentes resultados, e isso serve de estímulo pra nós, aprendizes.

    Cordiais saudações a vc, e a todos que lêem seu blog.
    Good brewing!
    Flávio

  16. em 5 de Maio de 2008 @ 20:36 16.Blog da Cervejarte (Ricardo Rosa) » Intrepidus Nocturnum disse:

    […] De minha parte, depois de fazer uma porter com malte defumado em turfa e uma brown ale com nozes, amêndoas e nozes pecan, estava muito motivado para fazer mais cervejas diferentes. Ando bastante empolgado com a moderna escola cervejeira americana, ousada, extrema, inspiradora, e que certamente me incentiva a tentar essas cervejas, como toda boa escola deve fazer. Mas infelizmente o estilo livre acabou ficando de fora do concurso desse ano da ACervA, contrariando, ou pelo menos limitando, o espírito criativo do hobby. Faço votos que isso seja revisto nas próximas edições do concurso. E no lugar do estilo livre, teremos esse ano English IPA, outro estilo bem específico. […]

  17. em 18 de Maio de 2008 @ 03:27 17.Allan disse:

    Allan…

    He visto que muchos sitios antes y la mayoría de ellos no miran esto bueno. No puedo esperar dejé a mis amigos saber sobre este sitio. Gracias por el contenido excelente….

  18. em 9 de Julho de 2008 @ 18:49 18.Blog da Cervejarte (Ricardo Rosa) » Repetindo a Porter defumada em turfa disse:

    […] Pela primeira vez tento repetir uma cerveja. Geralmente tenho vontade de tentar alguma novidade ou desafio, mas dessa vez estava muito a fim de tomar de novo uma das cervejas que mais gostei, a porter com malte defumado em turfa, descrita no artigo Cachimbo da Paz com uma Peat-Smoked Brown Porter. […]

  19. em 12 de Abril de 2009 @ 16:50 19.Joaquim Cruz disse:

    Ricardo,teu blog é muito bom, simples de compreeção rapida e objetivo, bem ví alguns equipamentos como aquela mangueira para enchimento das garrafas cravadeira de chapinha , onde posso comprar .
    E quanto á carbonatação artificial a que pressao submetes a cerveja ,(quantos kg de pressao)quanto tempo?
    Abraço,e muito obrigado desde já.

  20. em 12 de Abril de 2009 @ 16:57 20.Joaquim Cruz disse:

    A proposito e o malte da SIMPSONS MALTE de quem comprar ? Quais fornredores tens ,poderias me enviar telefones ou endereços? fico muito grato,abraço.

  21. em 14 de Abril de 2009 @ 02:02 21.rrosa disse:

    Joaquim,

    Várias coisas, como o tubo para encher garrafas, a máquina para fechar as tampinhas e os maltes da Simpsons eu trouxe do exterior (veja em www.northernbrewer.com, www.morebeer.com, www.midwestsupplies.com).

    Quanto à carbonatação artificial, depende da temperatura em que está a cerveja no barril e de quanto gás você quer. Dê uma busca no google por “carbonation chart”, por exemplo.

    Abs,
    Ricardo

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